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TIAGO BETTENCOURT | Caminho Rumo ao Eclipse (Caminha)

“Caminho Rumo ao Eclipse – No Caminho de Santiago com Tiago Bettencourt”


O músico Tiago Bettencourt esteve em digressão por pontos de passagem dos peregrinos a Caminho de Santiago (do Forte do Cão em Âncora ao Cruzeiro da Independência em Lanhelas), entre os dias 20 a 25 de julho, numa iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Caminha para assinalar o Ano Santo 2021.


Nesta (re)descoberta do Caminho Português da Costa no seu estado mais puro e cujo legado remonta ao século XV, onde a paisagem convida à contemplação, Tiago Bettencourt foi-nos levando por esta viagem em concertos intimistas, numa experiência única e inesquecível! Cada caminho é uma história tecida de memórias e este ficará marcado pelo eco destes concertos que perdurarão no percurso, despertando, quem sabe, a memória dos peregrinos e caminhantes que por lá passem.

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Talvez um dia – Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

“Talvez um dia” de Rui Alvez Leitão, subiu ao palco do Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima), no passado dia 9 de Outubro, pela Fértil Cultural.

“Talvez Um Dia alguma coisa aconteça. Talvez Um Dia acorde e tudo seja diferente.
Um exercício poético assente numa composição teatral que nos remete para a ilusão de que tudo se resolverá por si, desresponsabilizando-nos dos nossos actos enquanto nos acudimos numa esperança infinita, invisível e incongruente. O problema está na culpa, que ninguém a quer.”


Texto e encenação: Rui Alves Leitão
Interpretação: Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo
Cenografia: Carlos Neves
Figurinos: Filipa Carolina
Desenho de Luz: Paulo Neto
Produção Executiva: Ana de Sousa Vieira
Técnico: César Cardoso
Fotografia: Margarida Ribeiro
Vídeo: Rúben Marques
Parceiro institucional: República Portuguesa – Ministério da Cultura
Co-produção: Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes
Apoios: Município de Famalicão, Município de Ponte de Lima e ENIF

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A ROLHA DA GARRAFA DO REI D’AONDE? – Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

A festejar o 124.º Aniversário, regressaram ao Teatro Diogo Bernardes os eventos para os mais novos. O espectáculo “A Rolha da Garrafa do Rei d’Aonde?”, da responsabilidade da companhia Ópera ISTO, subiu ao palco no dia 20 de setembro.

“A rolha da garrafa do rei d’aonde?” parte de uma ideia original de Ângela Marques e Mário João Alves, também estes responsáveis pela encenação, e alia o teatro à música. Mário João Alves, autor do texto, representou o Grande Ivan e Ângela Marques encarnou a Maria Roliçova. Dmitri Lunatikov foi representado pelo violinista David Wyn Lloyd, com figurinos de Paula Cabral, desenho de luz de Nuno Almeida e direção de cena de Ana Paula Sousa.

«Do imaginário tradicional vieram a bruxa Baba Yaga e a bolinha que guia os viajantes ao seu destino. Do imaginário pictórico veio o violinista de Chagall. Do universo musical vieram Pedro e o Lobo e Lieutenant Kijè de Prokofiev, canções de Shostakovitch e Katchaturian, o Vôo do Moscardo de Rimsky- Korsakov e alguns trechos tradicionais. Surgiram depois os textos e algumas músicas originais para dar vida à aventura da trupe formada pelo Grande Ivan, Maria Roliçova e Dmitri Lunatikov. E depois deu-se-lhes forma, na demanda da garrafa mágica. Sim, porque o único donativo que o público depositou no chapéu de Maria Roliçova foi uma rolha!»

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O GAJO | Cultura de Rua em Caminha

The project “O Gajo” (Trans: “The DUDE”), alter ego of João Morais (b. 1973, Lisbon) was born in 2016. João is a musician since 1988, and he had several bands in the Rock and Punk circuit such as “Corrosão Caótica”, “Carbon H” or “Gazua”.

Mixing folk, rock and fado, with modern musical influences, the compositions are something unique that can sound like fado, but is not fado, or like traditional music, but is not traditional music. He uses one of the oldest Portuguese instruments – the Viola Campaniça – a traditional root instrument with centuries of cultural history, also known as Viola Alentejana.

The first record “Longe do Chão” was out on 2017 and the last this year was released “As 4 Estações”. This collection of 20 songs in 4 EPs was edited in four moments of 2019, making each of these moments correspond to each of the four seasons of the year – Winter, Spring, Summer and Autumn.

Rossio, Santa Apolónia, Alcântara-Terra and Cais do Sodré give the motto for the journey from where you leave Lisbon to the world. Not with a real destiny, certain and determined, but evocative of the many journeys and memories that inhabit the imaginary of the one who hears.

This four-part work invites the listener to experience the multiple spaces and emotional colours that are born from the plasticity of the Viola Campaniça and the creative universe of O GAJO, in all its routes, narratives and sound landscapes.

You can follow his work here.

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Lula Pena em “Ponte de Lima é uma Surpresa” 2020

Lula Pena is a Portuguese poet, singer-songwriter and composer of fado and world music, born in Lisbon but raised in the world, with an unique, deep voice, inspired by multiple references.

“Lula Pena’s music is a living organism. It sails on a strange ocean, bordered by continents called folk blues, flamenco, French chanson, phado (that’s how she likes to spell it), bossa nova and others, grazing them all and leaving none intact.”

Discography: Phados (1998), Troubadour (2010) and Archivo Pittoresco (2017).

“The 13 tracks of her last album often flow seamlessly into one another, so do the languages she uses (Portuguese, French, English, Spanish, Greek, Italian) to sing lyrics and poems by writers ranging from Manos Hadjidakis, Violeta Parra and herself to Belgian surrealist Scutenaire to the composers of the original Twilight Zone soundtrack and to many lesser-known names.”

You can follow Lula Pena here and here.

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Dá-me a tua mão para não ser tão grande o silêncio – Teatro No Ar em “Ponte de Lima é uma Surpresa”

No dia 11 de agosto subiu ao palco de “Ponte de Lima é uma Surpresa”, o espectáculo “Dá-me a tua mão para não ser tão grande o silêncio”, uma adaptação da obra “Antes de Começar”, de Almada Negreiros.
Uma obra que trata a história de duas personagens: O Boneco e A Boneca, ele despachado e curioso, ela tímida e cautelosa. Os dois ganham vida e têm uma conversa sobre aquilo que conseguem fazer: andar, falar e sentir, já que a menina que os fez lhes deu também um coração.
Uma verdadeira história de amizade, solidariedade, ternura e inocência, valores importantes para toda a família!

Texto Almada Negreiros
Encenação Carlos Sebastião
Interpretação Carlos Sebastião e Ana Caldeira

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