Auto da Índia (Centro Paroquial de Moledo)

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No dia 11 de Junho, o Centro Paroquial de Moledo acolheu a apresentação do “Auto da Índia”, criada pelo encenador e dramaturgo Nuno J. Loureiro a partir da primeira farsa escrita por Gil Vicente e representada em 1509. A peça que estreou no passado dia 9 de Junho, no Teatro Municipal Valadares, em Caminha, foi promovida no âmbito do protocolo de desenvolvimento cultural celebrado entre a Câmara Municipal de Caminha e a Krisálida – Associação Cultural do Alto Minho, com o objetivo de levar o teatro ao encontro do público das freguesias do concelho. O circuito, em itinerância, que encerrará a digressão no dia 15 de Julho no Centro de Cultura e Desporto de Azevedo, passará também pela Casa de Povo de Lanhelas, Centro Paroquial e Social de Riba de Âncora, Centro Cultural de Gondar, Sociedade de Instrução e Recreio Ancorense, Centro de Bem Estar Social de Seixas, Centro Cultural de Dem, Centro de Instrução e Recreio Vilar Mourense, Centro Cultural de Argela e Edifício da Junta de Freguesia de Arga de Cima.

O Auto da Índia é interpretado por Alexandre Martins, Carla Magalhães e Filipa Almeida.

FICHA ARTÍSTICA
Encenação e Dramaturgia: Nuno J. Loureiro
Direcção de Cena: Filipa Almeida
Desenho de Cenário e Figurinos: Nuno J. Loureiro
Sonoplastia: Nuno J. Loureiro
Desenho de luz: Rui Gonçalves
Produção Executiva: Carla Magalhães

SINOPSE: “No esplendor da juventude, uma mulher vê o seu marido partir para a Índia, destino incerto de onde provinham muitas riquezas. Este é o retrato do quotidiano quinhentista, de uma mulher, entre tantas outras, durante o apogeu dos Descobrimentos, que vendo o seu marido partir na Armada de Tristão da Cunha, em busca de fortuna e glória, optou por desafiar as suas obrigações morais de mulher casada e ser feliz à sua maneira, durante a ausência do seu marido.
É então que se desenrolará uma série de peripécias que lhe tirarão o sono…”